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"Mirrors No.3" e o vazio como expressão
Em Mirrors No.3, Petzold nos entrega uma experiência serena e intimista, em que o drama nasce muito mais do acúmulo de vazios da vida do que de um momento apoteótico

Júlio Oliveira
há 1 dia


A ficção dominante depois da crítica
Sobre dor, subjetividade masculina e o lugar reservado às mulheres em A Odisseia, de Christopher Nolan

Michelle Daminello
3 de ago.


Helena Solberg e Lucia Murat contra Autoritarismos na 21ª Mostra de Cinema de Ouro Preto
Mais do que relembrar filmes históricos, Helena Solberg e Lucia Murat transformaram a 21ª CineOP em um espaço de reflexão sobre memória, resistência e os desafios enfrentados por mulheres cineastas durante e após a ditadura militar no Brasil

Fernanda Parrado
21 de jul.


“Obsessão” e a inércia cruel do cara legal
O ano de 2026 está sendo o ano dos youtubers no terror: Backrooms: Um Não-Lugar, de Kane Parsons; Iron Lung de Markiplier e Obsessão, de Curry Barker, demonstram a força dessa tendência. No caso de Barker, seu primeiro filme com distribuição nas salas de cinema já arrecadou, nas três primeiras semanas, cerca de 150 milhões de dólares, um sucesso estrondoso, considerando o orçamento de 750 mil. Esse sucesso reverbera nas redes sociais, onde são geradas teorias e finais explica

Amanda Lana
6 de jul.


"Euphoria" o fim de uma série que marcou uma geração
Do êxtase da juventude ao fracasso da redenção Entre maquiagens coloridas, glitter e uma fotografia lúdica, Euphoria se tornou um ícone desde sua criação em 2019, por Sam Levinson e pela não-creditada, Petra Collins. Representando toda uma geração, Euphoria trouxe à tona a necessidade de diferentes formas de escapismos: drogas, vícios, festas, redes sociais e relacionamentos tóxicos, frente a uma sociedade repleta de caos e vazios existenciais. A terceira temporada, por sua v

Fernanda Parrado
29 de jun.


"Clamor do Sexo" e a impressão que é empurrada para dentro da tela
Retratando os anos 1920, com a cara do fim dos anos 1950, e lançado no início dos anos 1960, “Clamor do Sexo”, de Elia Kazan, transforma impressões em ações, com um quê de abstração

Pedro Daher
28 de mai.
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